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(172)

24.02.17

"Turns out there's a reason they call it falling in love, because when it happens - really happens - that's exactly how it feels. There's no doing or trying, you just let go and hope that someone's going to be there to catch you. Otherwise, you're going to end up with some pretty hefty bruises."

 

Love&Gelato, Jenna Evans Welch

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publicado às 22:10

(171)

24.02.17

"They kiss, and kiss again. When they do finally pull apart, it's with a new knowledge. They have a sense that the lenght of a day is mutable, and you can never see the end from the beggining. They have a sense that love changes all things all the time. 

That's what love is for."

 

The Sun in Also a Star, Nicola Yoon, p.334

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publicado às 21:45

(170)

24.02.17

"Meeting your obligations is the definition of adulthood, kid. If you're going to make mistakes and break promises, now's the time."

 

The Sun in Also a Star, Nicola Yoon, p.292

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publicado às 21:44

(169)

24.02.17

"Funny how things that once seemed so charming can become dull and annoying. We think we want all the time in the world with the people we love, but maybe what we need is the opposite. Just a finite amount of time, so we till think the other person is interesting. Maybe we don't need acts two and three. Maybe love is best in act one."

 

The Sun in Also a Star, Nicola Yoon, p.241

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publicado às 21:41

(168)

24.02.17

"There's a Japanese phase that I like: koi no yokan. It doesn't mean love at first sight. It's closer to love at second sight. It's the feeling when you meet someone that you're going to fall in love with them. Maybe you don't love them right away, but it's inevitable that you will."

 

The Sun in Also a Star, Nicola Yoon, p.74

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publicado às 21:37

(167)

24.02.17

"The half-life of a substance is the time it takes for it to lose one hal of its inicial value. (...)

In love, it's the amount of time it takes for lovers to feel half of what they once did.

When Natasha thinks about love, this is what she thinks: nothing lasts forever. Like hydrogen-7 or lithium-5 or boron-7, love has an infinitesimally small half-life that decays to nothing. And when it's gone, it's like it was never there at all."

 

The Sun in Also a Star, Nicola Yoon, p. 56

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publicado às 21:33

(166)

09.08.16

"Porque é que escrevo? Porque os livros são mais forte do que a vida. São a mais bela das desforras. São testemunhos da muralha inviolável do nosso espírito, da fortaleza inexpugnável da nossa memória."

 

O Livro dos Baltimore, Joël Dicker, p. 548

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publicado às 12:57

(165)

09.08.16

"- Pára de falar do Drama, Marcus. (...) Houve dramas, e haverá outros dramas e será preciso continuar a viver, apesar de tudo. Os dramas são inevitáveis. No fundo, não têm muita importância. O que conta é como os ultrapassamos."

 

O Livro dos Baltimore, Joël Dicker, p. 541

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publicado às 12:54

(164)

09.08.16

"- Então, Marcus, o que é que vais fazer com estas velharias? Tens uma casa magnífica e vai transformá-la numa loja de antiguidades.

- São apenas recordações, Leo. 

- As recordações estão na cabeça. O resto não passam de estorvos."

 

O Livro dos Baltimore, Joël Dicker, p. 395

 

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publicado às 12:51

(163)

07.07.16

" - Um bom livro, Marcus, não se mede apenas pelas últimas palavras, mas pelo efeito coletivo de todas as que as precederam. Cerca de meio segundo depois de terminar o livro, depois de ler a última palavra, o leitor deve sentir-se dominado por um sentimento poderoso; por um instante, só deve pensar em tudo o que acaba de ler, olhar para a capa e sorrir com uma ponta de tristeza porque vai sentir a falta das personagens. Um bom livro, Marcus, é um livro que lamentamos ter acabado de ler."

 

A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert, Joël Dicker, p. 681

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publicado às 10:28

(162)

07.07.16

" - Harry, como sabemos que um livro está terminado?

- Os livros são como a vida, Marcus. Nunca chegam a terminar."

 

A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert, Joël Dicker, p. 679

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publicado às 10:21

(161)

07.07.16

" - A verdade não muda nada daquilo que podemos sentir por alguém. É o grande drama dos sentimentos."

 

A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert, Joël Dicker, p. 642

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publicado às 10:19

(160)

07.07.16

" - Alimente o amor, Marcus. Faça dele a sua mais bela conquista, a sua única ambição. Atrás dos homens, outros homens virão. Atrás dos livros, outros livros. Atrás da glória, outras glórias. Atrás do dinheiro, mais dinheiro. Mas atrás do amor, Marcus, atrá do amor, só lágrimas salgadas."

 

A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert, Joël Dicker, p. 525

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publicado às 10:16

(159)

07.07.16

" - Aí tem a resposta: pouco importa ganhar ou perder, Marcus. O que conta é o caminho que percorre entre o gongo do primeiro assalto e o gongo final. O resultado do encontro, no fundo, não passa de uma informação para o público. Quem tem o direito de dizer que alguém perdeu quando o próprio pensa ter ganho? A vida é como uma prova de atletismo, Marcus: haverá sempre pessoas mais velozes e outras mais lentas. No fim, o que conta é o vigor com que se percorreu o caminho."

 

A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert, Joël Dicker, p. 454

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publicado às 10:13

(158)

06.07.16

"- Amor, amor, sempre o amor! Mas o amor não significa nada, Goldman! O amor é um estratagema inventado pelos homens para não terem de lavar a roupa!"

 

A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert, Joël Dicker, p. 445

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publicado às 10:10

(157)

06.07.16

"- Sabe, a liberdade é um conceito interessante. Conheci um tipo que era trader em Wall Street, o género de golden boy que tem muito dinheiro e a quem a vida sorri: um dia, quis ser um homem livre. Viu na televisão uma reportagem sobre o Alasca que teve sobre ele o efeito de um choque. Decidiu que passaria a ser caçador, livre e feliz e viveria do ar puro. Abandonou tudo e partiu para o Sul do Alasca, para o Wrangler. Pois bem, imagine que o tipo, que sempre vencera na vida, venceu mais uma vez: tornou-se um homem livre. Nenhuma ligação, sem família, sem casa: apenas alguns cães e uma tenta. Foi o único homem verdadeiramente livre que conheci.

- Foi?

- Foi. O imbecil foi muito livre durante três meses, de Junho a Outubro. E depois, quando chegou o Inverno, acabou por morrer de frio, depois de comer os cães, já em desespero. Ninguém é livre, Goldman, nem os caçadores do Alasca. Sobretudo na América, onde os bons americanos dependem do sistema, os inúteis dependem da ajuda do governo e do álcool e os índios são livres mas estão circunscritos a jardins zoológicos de seres humanos, aos quais chamamos reservas, onde estão condenados a repetir a lamentável e sempiterna dança da chuva em frente a um amontoado de turistas. Ninguém é livre, meu caro. Somos prisioneiros dos outros e de nós próprios."

 

A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert, Joël Dicker, p. 407

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publicado às 10:03

(156)

06.07.16

" - (...) Escrever é ser livre.

Barnaski esforçou-se por rir.

- Quem lhe meteu essas tolices na cabeça? É escravo da sua carreira, das suas ideias, dos seus sucessos. É escravo da sua condição. Escrever é ser dependente. De quem o lê, ou não lê. A liberdade é uma perfeita idiotice! Ninguém é livre. Tenho nas mãos uma parte da sua liberdade, assim como os accionistas da companhia têm uma parte da minha nas deles. A vida é assim mesmo, Goldman. Ninguém é livre. Se as pessoas fossem livres, seriam felizes. Conhece muitas pessoas verdadeiramente felizes?"

 

A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert, Joël Dicker, p. 407

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publicado às 09:51

(155)

06.07.16

"- Na nossa sociedade, Marcus, os homens que mais admiramos são os que constroem pontes, arranha-céus e impérios. Mas, na realidade, os mais nobres e mais admiráveis são os que conseguem construir o amor. Na verdade. não há empresa maior e mais difícil."

 

A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert, Joël Dicker, p. 289

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publicado às 09:40

(154)

06.07.16

" - Marcus, sabe qual é o único meio de avaliar quanto ama uma pessoa?

- Não.

- É perdê-la."

 

A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert, Joël Dicker, p. 227

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publicado às 09:39

(153)

06.07.16

" - Harry, porque é que os escritores são pessoas tão isoladas? Hemingway, Malville... São os homens mais solitários do mundo!

- Não sei se os escritores são solitários ou se é a solidão que os leva a escrever..."

 

A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert, Joël Dicker, p. 145

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publicado às 09:37


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