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16.04.12

"Não sei distinguir o possível do impossível, mas sou capaz de imaginá-los a ambos. E talvez a verdade esteja espalhada ou escondida em alguma parte desse infinito. Se isso não é extraordinário, desisto. Impressionante também é o facto de que quase tudo o que aqui disse sobre mim, pode igualmente ser dito sobre ti. Para este efeito, os meus olhos são os teus. Também tu estás num hoje em que podes recordar e em que podes imaginar. Sim, tu. (...) O tempo não passa depressa, mas passa. O quintal nunca suportou o seu peso nos ramos dos pessegueiros. Apenas parecia muito nitidamente que era assim. Às vezes ainda parece. Existe a precisão geométrica e os registos; no entanto, depois do amor, provou-se que nada tem de ficar como está ou de ser como é."



José Luís Peixoto, in Visão

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publicado às 00:26



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